11 de novembro de 2011
The Poem
So I wrote her a poem,
A poem of love and lust
To love her, write I must
A poem.
And in that poem
Lies my very soul
Oh, that poem
I Shall not let you go
I carry the words, I carry them
To her, my love, my maiden
My beautiful bride to whom I cry
But my tears, I may not dry
Endless poem of mine
Poem written in lies
Pretending you are still alive
I wish I could see your eyes...
But now I realize...
This poem... is a lie...
-Igor Thomas
O Poema
Para ela, escrevi um poema
Um poema de amor e luxúria
Para amá-la, eu escreveria
Um poema
E naquele poema
Minha alma jazia
Ah, aquele poema
Ir, eu não te deixaria
Eu levo as palavras, eu as levo
Para ela, meu amor, minha donzela
Minha noiva por quem choro
Mas não posso secar sequer uma lágrima
Infindo é meu poema
Poema escrito em enganos
Fantasiando que estás viva
Se eu pudesse ver seus olhos...
Agora eu percebo...
Este poema... Não é verdadeiro...
-Igor Thomas
Ps: O original em inglês é muito melhor...
5 de novembro de 2011
Metapoesia
Se me perguntassem sobre poesia
"Não é nada demais" eu diria...
Não precisa de rima como acima,
Nem de métrica ou ou palavriado complicado, entrelaçado, armado e invisível. Não há motivo para escrever em verso, a prosa é tão bem vinda quanto o ardor dos versos sem sabor e sem sentido escondidos de baixo da cama.
NãO hÁ uMA FormA: C
A
I
R
I
A e sorria diante da poesia!
Pode ser AGRESSIVA! ou calma como um(a) __________?
Ela pode levar-te aos seus sonhos e seus amores. Pode pode pode podeR
Não há a mesma poesia para duas pessoas, o que EU leio não é o que VOCÊ lê
As palavras brincam e se escondem, é tudo um jogo, um jogo de EU e VOCÊ.
Como a palavra PENA formada nas iniciais dessa estrofe!
Essa poesia tem sabor de estrogonofe!
Não há um paradigma, a poesia está em cada um...
Cada um que espera o momento certo para poetizar...
Poetizar um sentimento que não cabe em "Eu amo você"...
"Eu amo você" que se torna poesia em teu olhar
Sempre pensamos em algo ao escrever...
Às vezes é fácil adormecer
Quando escrevo, só penso em você...
Isto é a minha poesia, de um Igor poeta, quem diria?
-Igor Thomas
14 de outubro de 2011
II
Leve-me para casa
Onde me renderei à tua beleza
Chore por mim um mar
E deixe tua voz em mim ecoar...
Sob as estrelas do teu olhar
Ei de achar meu luar
Casa, onde minha vida peleja
Onde espero que minha amada esteja...
-Igor Thomas
Onde me renderei à tua beleza
Chore por mim um mar
E deixe tua voz em mim ecoar...
Sob as estrelas do teu olhar
Ei de achar meu luar
Casa, onde minha vida peleja
Onde espero que minha amada esteja...
-Igor Thomas
I
Doce melodia da solidão
Sinfonia em
vão
Veludo e seda, velado e sedado
Veludo e seda, velado e sedado
Suave é meu
agrado
Barbárie em forma de música
Sua é a minha vida...
-Igor Thomas
26 de setembro de 2011
Pertenço
Ainda era madrugada quando ela chegou
E cálida sussurrante em meu ouvido falou:
"Você ainda aqui pertence"
Voltam-me coisas além-mundo
Um lugar donde sou oriundo
Ela diz: "Você ainda aqui pertence"
Ouvi ruídos implorando, clamando e chorando...
Gritando e murmurando... às memórias cedendo
E elas voltam, ricocheteiam na imensidão do meu ser
Mémórias d'Ela, que fora uma vez meu bem querer...
"Você ainda aqui pertence"
Ainda a escuto cantar, como as asas dum anjo a farfalhar
Sua bela voz ainda ecoa no ar, como as ondas do mar...
Foste e deixaste minh'Alma em torpor
Eu, ingênuo, dissera que era complacente da dor
Ela diz: "Você ainda aqui pertence"
Deixa-me ir Lenora, dos teus cuidados eu preciso agora!
Luto, em vão, para manter-me são... Mas meu coração chora
Tua ausência leva-me, facilmente, à demência
Uma vez mais, seja minha? Juntar-me-ei a ti, e ó Deus, tenha clemência!
Ela diz: "Você ainda aqui pertence"
Ouvindo sua bela voz o desespero esvai-se enfim
Deito em minha cama e descanso
Ainda não é a hora do meu fim...
Ainda aqui pertenço...
Mas nela, nostalgicamente, ainda penso...
-Igor Thomas
E cálida sussurrante em meu ouvido falou:
"Você ainda aqui pertence"
Voltam-me coisas além-mundo
Um lugar donde sou oriundo
Ela diz: "Você ainda aqui pertence"
Ouvi ruídos implorando, clamando e chorando...
Gritando e murmurando... às memórias cedendo
E elas voltam, ricocheteiam na imensidão do meu ser
Mémórias d'Ela, que fora uma vez meu bem querer...
"Você ainda aqui pertence"
Ainda a escuto cantar, como as asas dum anjo a farfalhar
Sua bela voz ainda ecoa no ar, como as ondas do mar...
Foste e deixaste minh'Alma em torpor
Eu, ingênuo, dissera que era complacente da dor
Ela diz: "Você ainda aqui pertence"
Deixa-me ir Lenora, dos teus cuidados eu preciso agora!
Luto, em vão, para manter-me são... Mas meu coração chora
Tua ausência leva-me, facilmente, à demência
Uma vez mais, seja minha? Juntar-me-ei a ti, e ó Deus, tenha clemência!
Ela diz: "Você ainda aqui pertence"
Ouvindo sua bela voz o desespero esvai-se enfim
Deito em minha cama e descanso
Ainda não é a hora do meu fim...
Ainda aqui pertenço...
Mas nela, nostalgicamente, ainda penso...
-Igor Thomas
30 de agosto de 2011
Sonho
Há sentido na sanidade?
Ou a sóbria sombra da maldade?
Sã e soturna enfermidade
Piedade...
Pois hoje, em minha insanidade...
Sonharei um sonho só: sozinho, sonâmbulo, saciando a sede de ser seu.
-Igor Thomas
-Igor Thomas
6 de agosto de 2011
Ela lia ali...
Lia...
Estórias, contos e poesia
No entanto o encanto do canto ao canto
Era ainda o que causava o pranto
O choro e a chuva misturavam-se na face
Enquanto lia Rimbaud, Poe e Bocage
Via a bela voz e ouvia a poesia
Atemporal sentimento noite-e-dia
Inescusável nostalgia dessas linhas
Ela ainda em torpor dizia
"Faço das tuas, as palavras minhas"
E em toda essa eterna calmaria
Onde as personagens se misturam à vida que definha
Ela lia ali, e sozinha, sorria...
-Igor Thomas
Estórias, contos e poesia
No entanto o encanto do canto ao canto
Era ainda o que causava o pranto
O choro e a chuva misturavam-se na face
Enquanto lia Rimbaud, Poe e Bocage
Via a bela voz e ouvia a poesia
Atemporal sentimento noite-e-dia
Inescusável nostalgia dessas linhas
Ela ainda em torpor dizia
"Faço das tuas, as palavras minhas"
E em toda essa eterna calmaria
Onde as personagens se misturam à vida que definha
Ela lia ali, e sozinha, sorria...
-Igor Thomas
2 de agosto de 2011
Anis Mojgani
“O que criou a beleza da Lua?
"What made the beauty of the moon?
And the beauty of the sea?
Did that beauty make you?
Did that beauty make me?
Will that make me something?
Will I be something?
Am I something?
And the answer comes: I already am, I always was, and I still have time to be."
- Anis Mojgani
E a beleza marina?
Tal beleza criou a pessoa tua?
Tal beleza criou a pessoa minha?
Será que me fará algo?
Serei eu algo?
Eu sou algo?
E a resposta vem: Eu já sou, sempre fui, e tempo para ser, ainda há.”
- Tradução por: Igor Thomas Gehard
"What made the beauty of the moon?
And the beauty of the sea?
Did that beauty make you?
Did that beauty make me?
Will that make me something?
Will I be something?
Am I something?
And the answer comes: I already am, I always was, and I still have time to be."
- Anis Mojgani
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